sexta-feira, 3 de julho de 2009

Continuando o texto iniciado há dias...

Mesmo aceitando que a Política é uma actividade raramente - nunca - transparente e clara, como utopicamente deveria ser sempre, a verdade é que, pelo menos, teoricamente, o Estado somos Nós, como já disse anteriormente. Somos nós, o eleitorado, que escolhemos quem nos representa. E qualquer cidadão com mais de 18 anos pode candidatar-se a cargos públicos.

Não obstante tudo isso, é importante não esquecer que os nossos actuais representantes no poder executivo não inspiram confiança para ultrapassar momentos mais difíceis como os que vivemos actualmente.

A classe política actual apresenta-se-nos...ociosa. Preguiçosa. Apesar de todos nós podermos mudar os nossos representantes, a verdade é que não temos grande alternativas.

Hoje em dia, e provavelmente desde sempre, a política e os políticos precisam de ser mais assertivos. A distância entre o eleitorado e os políticos é enorme.

De facto, os políticos precisam de se aproximar do povo. Saber as suas opiniões e procurar respostas pragmáticas. Eficazes. Nem que se sacrifice ideologias.

Na minha opinião, há obviamente propostas que atravessam - ou deviam - qualquer ideologia. Há medidas que deviam ser transversais a teorias. A crise com que nos deparamos leva a que as medidas a tomar vão desde o maior controle do Estado, originalmente de esquerda até a redução de impostos, medida apoiada pelo liberalismo económico.

Do mesmo modo, este texto não nem de esquerda nem de direita. Pretende apenas expor a neccessidade de uma reflexão sobre estas problemáticas e a urgência em apontar propostas e soluções."Apartidárias", "aideológicas" ou até "apolíticas". Apenas propostas e soluções eficazes.